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Women, Race & Class af Angela Y. Davis
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Women, Race & Class (original 1981; udgave 1983)

af Angela Y. Davis (Forfatter)

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1,422159,924 (4.36)24
A powerful study of the women's liberation movement in the U.S., from abolitionist days to the present, that demonstrates how it has always been hampered by the racist and classist biases of its leaders. From the widely revered and legendary political activist and scholar Angela Davis.
Medlem:Amberjf
Titel:Women, Race & Class
Forfattere:Angela Y. Davis (Forfatter)
Info:Knopf Doubleday Publishing Group (1983), Edition: 1st Vintage Books ed, 288 pages
Samlinger:Dit bibliotek
Vurdering:
Nøgleord:Ingen

Detaljer om værket

Women, Race, and Class af Angela Y. Davis (1981)

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Mulheres, raça e classe, de Angela Davis, é uma obra fundamental para se entender as nuances das opressões. Começar o livro tratando da escravidão e de seus efeitos, da forma pela qual a mulher negra foi desumanizada, nos dá a dimensão da impossibilidade de se pensar um projeto de nação que desconsidere a centralidade da questão racial, já que as sociedades escravocratas foram fundadas no racismo. Além disso, a autora mostra a necessidade da não hierarquização das opressões, ou seja, o quanto é preciso considerar a intersecção de raça, classe e gênero para possibilitar um novo modelo de sociedade. Davis apresenta o debate sobre o abolicionismo penal como imprescindível para o enfrentamento do racismo institucional. Denuncia o encarceramento em massa da população negra como mecanismo de controle e dominação. Dessa forma, questiona a ideia de que a mera adesão a uma lógica punitivista traria soluções efetivas para o combate à violência, considerando-se que o sujeito negro foi aquele construído como violento e perigoso, inclusive a mulher negra, cada vez mais encarcerada. Analisar essa problemática tendo como base a questão de raça e classe permite a Davis fazer uma análise profunda e refinada do modo pelo qual essas opressões estruturam a sociedade. Neste livro, tal discussão é sinalizada pela autora por meio de sua abordagem do sistema de contratação de pessoas encarceradas nos Estados Unidos, que já durante o período escravocrata permitia às autoridades ceder homens e mulheres negros presos para o trabalho, em uma relação direta entre escravidão e encarceramento como forma de controle social.Nesse sentido, mesmo sendo marxista, Davis é uma grande crítica da esquerda ortodoxa que defende a primazia da questão de classe sobre as outras opressões. Em 'As mulheres negras na construção de uma nova utopia', a autora destaca a importância de refletir sobre de que maneira as opressões se combinam e entrecruzam:As organizações de esquerda têm argumentado dentro de uma visão marxista e ortodoxa que a classe é a coisa mais importante. Claro que classe é importante. É preciso compreender que classe informa a raça. Mas raça, também, informa a classe. E gênero informa a classe. Raça é a maneira como a classe é vivida. Da mesma forma que gênero é a maneira como a raça é vivida. A gente precisa refletir bastante para perceber as intersecções entre raça, classe e gênero, de forma a perceber que entre essas categorias existem relações que são mútuas e outras que são cruzadas. Ninguém pode assumir a primazia de uma categoria sobre as outras.A recusa a um olhar ortodoxo mantém Davis atenta às questões contemporâneas, que abarcam desde a cantora Beyoncé à crise de representatividade. A discussão feita por ela sobre representação foge de dicotomias estéreis e nos auxilia numa nova compreensão. Acredita que representação é importante, sobretudo no que diz respeito à população negra, ainda majoritariamente fora de espaços de poder. No entanto, tal importância não pode significar a incompreensão de seus limites. Para além de simplesmente ocupar espaços, é necessário um real comprometimento em romper com lógicas opressoras. Nesse sentido, acompanhar suas entrevistas é fundamental.Davis traz as inquietações necessárias para que o conformismo não nos derrote. Pensa as diferenças como fagulhas criativas que podem nos permitir interligar nossas lutas e nos coloca o desafio de conceber ações capazes de desatrelar valores democráticos de valores capitalistas. Essa é sua grande utopia. Nessa construção, para ela, cabe às mulheres negras um papel essencial, por se tratar do grupo que, sendo fundamentalmente o mais atingido pelas consequências de uma sociedade capitalista, foi obrigado a compreender, para além de suas opressões, a opressão de outros grupos.
  pretotecazenaidezen | Sep 21, 2021 |
This sentence shows up in the opening paragraph:

"But amidst all this scholarly activity, the special intuition of the female slave remains unpenetrated."

At that point you already know your in the company of someone who understands the power of meaningful words.
1 stem thenumeraltwo | Jun 9, 2021 |
A staple on the syllabus. If you want to explore intersectionality at its core, and understand deeply the racism and classism of the women’s liberation movement, start here. Angela Davis takes us from the early abolitionist days to the more modern feminist movements.
Review from: The Write of Your Life. Books on race relations in America.
  stlukeschurch | Mar 7, 2021 |
El presente libro trata de desvelar las causas que llevaron a que las reivindicaciones de las mujeres negras fueran sistemáticamente invisibilizadas a pesar del potencial revolucionario que encerraba un movimiento semejante. En sus distintos capítulos, Angela Y. Davis ofrece un análisis riguroso y esclarecedor que no sólo pone de manifiesto las estrategias de lucha de las mujeres negras, sino los problemas de composición de las diferencias que siguen desgarrando los movimientos políticos actuales.
  bibliotecayamaguchi | Mar 10, 2020 |
(i need to re-read this) ( )
  reg_lt | Feb 7, 2020 |
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To my mother, Sallye B. Davis
Første ord
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When the influential scholar Ulrich B. Phillips declared in 1918 that slavery in the Old South had impressed upon African savages and their native-born descendants the glorious stamp of civilization, he set the stage for a long and passionate debate.
Citater
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Wikipedia på engelsk (4)

A powerful study of the women's liberation movement in the U.S., from abolitionist days to the present, that demonstrates how it has always been hampered by the racist and classist biases of its leaders. From the widely revered and legendary political activist and scholar Angela Davis.

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