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Los Lusíadas af Luís de Camões
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Los Lusíadas (original 1572; udgave 1990)

af Luís de Camões, Ildefonso-Manuel Gil (Oversætter)

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First published in 1572, The Lusiads is one of the greatest epic poems of the Renaissance, immortalizing Portugal's voyages of discovery with an unrivalled freshness of observation.At the centre of The Lusiads is Vasco da Gama's pioneer voyage via southern Africa to India in 1497-98. The first European artist to cross the equator, Camoes's narrative reflects the novelty and fascination of that original encounter with Africa, India and the Far East. The poem's twin symbolsare the Cross and the Astrolabe, and its celebration of a turning point in mankind's knowledge of the world unites the old map of the heavens with the newly discovered terrain on earth. Yet it speaks powerfully, too, of the precariousness of power, and of the rise and decline of nationhood,threatened not only from without by enemies, but from within by loss of integrity and vision.The first translation of The Lusiads for almost half a century, this new edition is complemented by an illuminating introduction and extensive notes.… (mere)
Medlem:avillan
Titel:Los Lusíadas
Forfattere:Luís de Camões
Andre forfattere:Ildefonso-Manuel Gil (Oversætter)
Info:Barcelona : Planeta, 1990
Samlinger:Dit bibliotek
Vurdering:
Nøgleord:Ingen

Detaljer om værket

The Lusiads af Luís Vaz de Camões (1572)

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Enfrentando os perigos do mar e cruzando os limites do mundo conhecido, o capitão Vasco da Gama e sua tripulação empreendem uma viagem que ficaria marcada na história portuguesa. Em sua jornada, os navegantes terão de escapar dos ardis de Baco e da ira dos mouros; para tanto, contarão com o favor de Júpiter e Vênus, bem como da Divina Providência – na epopeia, a fé cristã e a mitologia greco-latina coexistem. Os Lusíadas têm uma importância central na literatura de língua portuguesa: trata-se da obra que consolidou o português moderno e elevou o idioma ao patamar de língua de cultura. Com sua epopeia, Camões consagrou-se como nosso maior poeta. Mais do que sintetizar os anseios de uma nação e de todo um período histórico – glória reservada a poucos –, com “Os Lusíadas”, Camões imortalizou-se como um tesouro português legado à humanidade.
  BolideBooks | May 14, 2021 |
Canto I

O épico começa com uma seção de dedicações, com o poeta homenageando Virgílio e Homero. A primeira linha imita a linha de abertura da Eneida, e presta uma homenagem esperançosa ao jovem rei Sebastião. A história então retrata os deuses da Grécia vigiando a viagem de Vasco da Gama. Assim como os deuses dividiram lealdades durante as viagens de Odisseu e Enéias, aqui Vênus, que favorece os portugueses, é combatida por Baco, que aqui está associado ao Oriente e se ressente da invasão de seu território. Encontramos Vasco da Gama no meio da viagem, contornando o Cabo da Boa Esperança. A pedido de Baco, que está disfarçado de mouro, os muçulmanos locais planejam atacar o explorador e sua tripulação.

Canto II

Dois batedores enviados por Vasco da Gama são enganados por um altar falso criado por Baco a pensar que há cristãos entre os muçulmanos. Assim, os exploradores são atraídos para uma emboscada, mas sobrevivem com sucesso com a ajuda de Vênus. Vênus implora a seu pai Jove, que prevê grandes fortunas para os portugueses no oriente. A frota pousa em Melinde, onde é recebida por um sultão amigo.

Canto III

Após um apelo do poeta a Calliope, a musa grega da poesia épica, Vasco da Gama começa a narrar a história de Portugal. Começa por referir a situação de Portugal na Europa e a lendária história de Lusus e Viriathus. Seguem-se passagens sobre o significado da nacionalidade portuguesa e, a seguir, uma enumeração dos feitos guerreiros dos reis da 1ª Dinastia, de Dom Afonso Henriques a Dom Fernando. Episódios que se destacam incluem Egas Moniz e a Batalha de Ourique no reinado de D. Afonso Henriques, a formosíssima Maria na Batalha do Salado e Inês de Castro no reinado de D. Afonso IV.

Canto IV
Vasco da Gama continua a narrativa da história de Portugal contando a história da Casa de Aviz desde a Crise de 1383-85 até o momento do reinado de Dom Manuel I, quando a armada de Vasco da Gama partiu para a Índia. A narrativa da Crise de 1383-85, que se centra principalmente na figura de Nuno Álvares Pereira e na Batalha de Aljubarrota, é seguida pelos acontecimentos dos reinados de D. João II, nomeadamente os relacionados com a expansão para África.

A seguir a este incidente, o poema narra a viagem marítima à Índia - um objetivo que D. João II não cumpriu em vida, mas que se realizaria com Dom Manuel, a quem os rios Indo e Ganges surgiram em sonhos prenunciando as futuras glórias dos Orientar. Este canto termina com a partida da Armada, cujos marinheiros se surpreendem com as palavras profeticamente pessimistas de um velho que estava na praia entre a multidão. Este é o episódio do Velho do Restelo.

Este personagem é a representação da contestação da época contra as aventuras dos descobrimentos. Havia quem pensasse que era puro orgulho e simplesmente suicídio tentar estes projetos de navegar para partes longínquas do mundo; uma perda de recursos e homens, que fariam falta na luta contra os inimigos mouros ou para a defesa do reino contra uma eventual invasão castelhana.

O episódio entrou no imaginário português. A expressão passou a significar o conservadorismo, o mau agoiro, a má-vontade e a falta de espírito de aventura, frente a projectos originais que exigem alguma ousadia.

Canto V

A história segue para o Rei de Melinde, descrevendo a viagem da Armada de Lisboa a Melinde. Durante a viagem, os marinheiros veem o Cruzeiro do Sul, o Fogo de Santo Elmo (redemoinho marítimo), e enfrentam uma variedade de perigos e obstáculos como a hostilidade dos indígenas no episódio de Fernão Veloso, a fúria de um monstro no episódio de o gigante Adamastor e a doença e a morte causadas pelo escorbuto. Canto V termina com a censura do poeta a seus contemporâneos que desprezam a poesia.

Canto VI

Depois da narrativa de Vasco da Gama, a armada sai de Melinde guiada por um piloto para ensinar-lhes o caminho até Calicute. Baco, vendo que os portugueses estão para chegar à Índia, pede ajuda a Netuno, que convoca um "Concílio dos Deuses Marinhos" cuja decisão é apoiar Baco e lançar fortes ventos para afundar a armada. Então, enquanto os marinheiros ouvem Fernão Veloso contar o lendário e cavalheiresco episódio de Os Doze de Inglaterra, surge uma tempestade.

Vasco da Gama, vendo a quase destruição das suas caravelas, reza ao seu próprio Deus, mas é Vênus quem ajuda os portugueses ao enviar as Ninfas para seduzir os ventos e acalmá-los. Depois da tempestade, a armada avista Calicute e Vasco da Gama dá graças a Deus. O canto termina com o poeta especulando sobre o valor da fama e da glória alcançadas por meio de grandes feitos.

Canto VII

Depois de condenar algumas das outras nações da Europa (que em sua opinião não cumprem os ideais cristãos), o poeta conta que a frota portuguesa chegou à cidade indiana de Calicute. Um muçulmano chamado Monçaide cumprimenta a frota e conta aos exploradores sobre as terras que alcançaram. O rei, Samorin, fica sabendo dos recém-chegados e os convoca. Um governador e oficial do rei, chamado Catual, conduz os portugueses ao rei, que os recebe bem. O Catual conversa com Monçaide para saber mais sobre as novidades. O Catual então vai pessoalmente aos navios portugueses para confirmar o que Monsayeed lhe disse e é bem tratado.

Canto VIII

O Catual vê uma série de pinturas que retratam figuras e acontecimentos significativos da história portuguesa, todas detalhadas pelo autor. Baco aparece em uma visão para um padre muçulmano na corte de Samorin e o convence de que os exploradores são uma ameaça. O padre espalha as advertências entre os catuais e a corte, levando Samorin a confrontar Vasco da Gama sobre suas intenções. Da Gama insiste que os portugueses são comerciantes, não bucaneiros. O rei então exige provas dos navios de Vasco da Gama, mas quando ele tenta retornar à frota, Vasco da Gama descobre que o Catual, que foi corrompido pelos líderes muçulmanos, se recusa a emprestar-lhe um barco no porto e o mantém prisioneiro. Da Gama consegue se libertar somente depois de concordar que todas as mercadorias dos navios sejam trazidas para a costa para serem vendidas.

Canto IX

Os muçulmanos planejam deter os portugueses até que a frota comercial anual de Meca chegue para atacá-los, mas Monçaide conta a Gama sobre a conspiração, e os navios fogem de Calicute. Para recompensar os exploradores por seus esforços, Vênus prepara uma ilha para eles descansarem e pede a seu filho Cupido que inspire Nereidas com desejo por eles. Quando os marinheiros chegam à Ilha do Amor, as ninfas do oceano fingem que estão fugindo, mas se rendem rapidamente.

Canto X

Durante uma suntuosa festa na Ilha do Amor, Tétis, agora amante de da Gama, profetiza o futuro da exploração e conquista portuguesa.
Acabado o banquete, Tétis convida o Gama para o espectáculo da Máquina do Mundo, o espectáculo único das esferas celestes de Ptolomeu.
A epopeia termina com um epílogo, em que o poeta reforça a dedicatória da obra ao jovem rei D. Sebastião e aproveita, como homem experiente da vida, para lhe dar alguns conselhos: que se aconselhe com os melhores, governe com justiça, premeie apenas e sempre quem merece, lute com bravura e inteligência para expandir Portugal e a fé cristã. ( )
  Marcos_Augusto | Mar 29, 2021 |
I confess to reading this book to round out my collection of national epics. This book is what the Portuguese seem to have. This edition is a prose translation and thus several features of its attraction are missing. Not being literate in either Spanish or Portuguese, I am judging this work with the stated strictures. Frankly, I'm not impressed. This is not Homer or delightfully quirky, as Malory's king Arthur is. If you are looking for an example of a poem that uses Classical tropes and allusions, this is....not bad. In truth however the original de Gama voyage was not, aside from some bad storms, filled with incidents likely to appeal to the literary audience's appetite for exotic detail, skullduggery or sex or violence. Read, it, but with the caveat that there is nothing here to offend anyone except those disliking steady bad-mouthing of Islam. It is shorter than the Iliad. ( )
  DinadansFriend | Feb 27, 2021 |
O renascimento literário atingiu o ápice em Portugal durante o período conhecido como Classicismo, entre 1527 e 1580. Coube a Camões aperfeiçoar as novas técnicas poéticas e criar, de um lado, poemas líricos que superam de longe a pioneira perfeição formal de Petrarca, de outro o poema épico por excelência, Os Lusíadas, que, imitando Homero e Virgílio, traduz em versos a história do povo português e suas grandes realizações marítimas. Tem por tema central a descoberta do caminho para a Índia por Vasco da Gama, em 1497/99. Para cantar a história do povo português, Camões buscou na antiguidade clássica a forma mais adequada: a epopeia eloquente, desenvolvida na Antiguidade. Publicado em 1572, Os Lusíadas copia a estrutura narrativa da Odisseia de Homero e da Eneida de Virgílio, usando a 'oitava rima' que, inventada por Ariosto, consiste de oito estrofes rimadas sempre da mesma forma: abababcc. ( )
  jgcorrea | Jan 1, 2019 |
The Lusiad is an epic poem about Portugal’s Vasco de Gama’s voyage from Portugal, to India. The author was a Portuguese sailor who also fought for Portugal against the moors. The book is an interesting blend of Christian themes and classic Roman mythology.
This was not the easiest read. In order to fully understand and appreciate this poem, I think you need to have a strong understanding of classic mythology and a love of reading history. I have a moderate understanding of classic mythology (having taken some courses in school) but still had to look up multiple references. The edition I read had lots of footnotes (that were more lengthy than the story itself). I also don’t enjoy reading history books so it wasn’t the most engaging read for me. I did enjoy reading the descriptions of the locations and scenery. I think if you enjoy reading history and have a solid foundation in classic mythology you will enjoy this book.
( )
  JenPrim | Jan 15, 2016 |
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Forfatter navnRolleHvilken slags forfatterVærk?Status
Luís Vaz de Camõesprimær forfatteralle udgaverberegnet
Bacon, LeonardOversættermedforfatternogle udgaverbekræftet
Mickle, William JuliusOversættermedforfatternogle udgaverbekræftet
Ramos, Emanuel PauloRedaktørmedforfatternogle udgaverbekræftet
White, LandegOversættermedforfatternogle udgaverbekræftet
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Tilegnelse
Første ord
Citater
Sidste ord
Oplysning om flertydighed
Forlagets redaktører
Bagsidecitater
Originalsprog
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Canonical DDC/MDS

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Ingen

First published in 1572, The Lusiads is one of the greatest epic poems of the Renaissance, immortalizing Portugal's voyages of discovery with an unrivalled freshness of observation.At the centre of The Lusiads is Vasco da Gama's pioneer voyage via southern Africa to India in 1497-98. The first European artist to cross the equator, Camoes's narrative reflects the novelty and fascination of that original encounter with Africa, India and the Far East. The poem's twin symbolsare the Cross and the Astrolabe, and its celebration of a turning point in mankind's knowledge of the world unites the old map of the heavens with the newly discovered terrain on earth. Yet it speaks powerfully, too, of the precariousness of power, and of the rise and decline of nationhood,threatened not only from without by enemies, but from within by loss of integrity and vision.The first translation of The Lusiads for almost half a century, this new edition is complemented by an illuminating introduction and extensive notes.

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