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Billy Phelan's Greatest Game (1978)

af William Kennedy

Serier: The Albany Cycle (Book 2)

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The second novel in William Kennedy's much-loved Albany cycle depicts Billy Phelan, a slightly tarnished poker player, pool hustler, and small-time bookie.  A resourceful man full of Irish pluck, Billy works the fringes of the Albany sporting life with his own particular style and private code of honor, until he finds himself in the dangerous position of potential go-between in the kidnapping of a political boss's son.… (mere)

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"Billy Phelan" is not as moving or universal a novel as Ironweed but, nevertheless, is a significant advance for Kennedy. When compared to it's predecessor in the Albany trilogy (Legs), BP seems to me to have greater allegorical depth while also presenting many of its theses in a clearer manner. That is, while there's more going on under the surface level pseudo-realism about Albany politics and seedy hangouts it's easier for the reader to get at this reflective, substantive stuff.

Billy Phelan is ostracized, blacklisted from the hustler's life he has whole heatedly embraced simply for staying true to the ethos he takes to be indelibly imbued into the hustler's way of being. He is a man who wants nothing more than to be a part of the action. He wants not for power, for material gain, for fame; rather he wants nothing more than to thrive in his element...to exercise his given powers and innate drives to their full capacity. And yet, what he quickly learns is that most of his would be compatriots are quick to roll over to power, to kneel and kiss the ring, to junk the code of the streets just as soon as there is an inkling of repercussion. Billy, however, is true blue and is thus nearly hoisted by his own petard.

Perhaps Kennedy is suggesting that the reach of power is inescapable. That even those of us who don't care for it, don't live by it, and don't strive for it are still easily quashed if we end up registering on the wrong radar. However, Billy ultimately finds himself reestablished in the Albany nightlife. He isn't ruined by his uncompromising commitments. Instead he is saved by the adoring pen of the other principle character, martin Daugherty.

Daugherty himself is full of contradiction and compromise, but he has the presence of mind to appreciate Billy as an idealization come to life, a kind of perfect specimen of his chosen species. This suggests then, that while perhaps some of us have the luxury of leading an uncompromising existence, the compromises of others are perhaps an necessary precondition for our so living. Maybe we wouldn't compromise are little more than free riders, parasites sucking, leeching off of the respect of those given in to moderation. ( )
  NoLongerAtEase | Jan 5, 2011 |
As ruas de Albany, capital do estado de Nova York, nos anos que sucederam a Grande Depressão formam o cenário deste romance que a editora Cosac Naify escolheu para apresentar — ou reapresentar, já que algumas de suas obras já haviam circulado por aqui na década de 1980 — ao público brasileiro o autor norte-americano William Kennedy. Com O grande jogo de Billy Phelan (São Paulo: Cosac Naify, 2009, 344p.), a editora deu início à publicação no Brasil do chamado Ciclo de Albany, conjunto de sete livros que têm a cidade como pano de fundo e as tor- tuosas relações entre seus habitantes como foco. À medida que escrevia as obras, o autor começou a perceber que elas constituíam “uma série aberta de narrativas não-seqüenciais, cada uma das quais se concentrava num único indivíduo que conduzia histórias alheias, cada uma delas escrita como obra capaz de se afirmar por si só, independente das demais do Ciclo; ainda assim, todos os livros se entrelaçavam”.

Neste primeiro ato, conhecemos o jovem Billy Phelan, uma “estrela” da noite de Albany, especialmente dos jogos que reúnem sua gente e animam sua sofrida existência. Seja nas pistas de boliche, nas mesas de pôquer ou de bilhar, ou ainda administrando as apostas nas corridas de cavalos, Billy é um exímio jogador. Do jogo vem seu sustento. No jogo exercita toda sua habilidade, aplica todo seu conhecimento.

Pouco a pouco, Kennedy vai nos deixando claro que nesta história o que está em jogo é a própria vida de Billy Phelan. O jogo tem suas regras: os códigos não escritos que regem as relações do submundo, os cógidos de honra e solidariedade que domesticam e influenciam as tensões sociais, unindo e afastando as pessoas; a linguagem do poder, que tem de ser compreendida desde cedo: Manda quem pode, obedece quem tem juízo… Afinal, o jogo tem seus donos. Senhores do mundo e do submundo de Albany, a família McCall domina a política, a economia e a jogatina da cidade. Quem quiser mover-se por qualquer um desses domínios — ou seja, quem quiser viver por ali — tem que lhes prestar vassalagem.

Mas deve ser assim sempre? Não haverá brechas por onde se mover, espaços a conquistar, caminhos alternativos a percorrer? É isso que Billy parece questionar durante todo o romance. Será o baixar a cabeça e aceitar o que se apresenta à sua frente a única saída? Mas, esperem, entrar nesse jogo não é para qualquer um. Sair derrotado de uma pista, de uma mesa, de um salão é uma coisa — mesmo que você saia com uma dívida impossível de saldar –; no grande jogo de Albany, o que se joga, como já dissemos, é o direito de existir. E Billy sabe disso muito bem.

O livro começa com Billy fazendo o impossível numa pista de boliche, acertando strike após strike e se aproximando magicamente da perfeição, que lhe escapa por um triz; e termina com Billy equilibrando-se entre forças poderosas que ameaçam lhe fechar todas as portas de sua cidade, tirar-lhe o oxigênio, quase como quem joga para fora de um aquário um peixe que passou ali toda a sua vida. Billy é sim um jogador nato. Conhece as regras do jogo. Conhece-as tão bem, que consegue subvertê-las, colocando-se acima delas. Jogando na defensiva ou sendo arrojado aos limites da imprudência, Billy tenta iludir e superar seus adversários, um a um, ou todos juntos, numa grande e intrincada disputa.

Logicamente, como já se disse e o próprio título enfatiza, Billy é o foco principal deste primeiro romance do ciclo. Mas há muito mais em O grande jogo de Billy Phelan. A relação pai-filho, que tantas obras-primas legou à literatura, ao cinema, à música ou a qualquer outra das artes, ocupa também aqui o papel de uma das molas propulsoras da trama. Seja na dolorosa ausência do pai de Billy, Francis Phelan, — personagem, aliás, que toma o centro de outro dos livros do ciclo de Albany, Ironweed, também lançado pela Cosac Naify –; seja na relação de outra figura importante, o jornalista Martin Daugherty, com seu pai, um escritor e dramaturgo que custou para ver sua obra ser reconhecida (algum paralelo com o próprio Kennedy, que também sofreu para obter reconhecimento?). Martin ainda atua como uma espécie de “narrador paralelo” da história de Billy, compondo um mosaico de vozes e reflexões que só faz tornar a obra ainda mais interessante de se ler.

[ http://oqueijoeosvermes.wordpress.com/2010/12/12/a-vida-e-um-jogo/ ] ( )
  Ronoc | Dec 17, 2010 |
The second book in William Kennedy's Albany Cycle is my first exposure to the author. The story paints stunning pictures of the most regular types of people. People who are types coarse and confused are transformed into marvelous enigmas. The interactions of these various worknig stiffs, hustlers, political big wigs, and bums splattered across the canvas of the town that is Albany (no doubt a character in itself) keep the story interesting. The story does lag in some parts though, and you put it down jsut to run into some amazing bit when you pick it up again. It's a cycle of strides and lags, and the strides are fortunately more prevalent. Kennedy's writing has a very unique signature tone, and he pulls off many amazing lines that just fill a reader with joy. It's like finding the prize in the cereal box. Lines like "For crying at trouble... was almost as good as weeping with love" or the description of Edward Daugherty's handwriting being like "a wheat field on a windless day", or even the proclamation that "we must all give hairpins to sick whores". These instances really make give the novel its shine and softens any shortcomings that befall it. My copy of this book no doubt passed through a couple of thrift stores and landed in the hands of my uncle, who passed it on to me. I have to thank him for it. I am ready to take Ironweed from my shelf sometime soon and dig into the skull of another Phelan, with pleasure. ( )
  poetontheone | Jan 25, 2010 |
1986 Billy Phelan's Greatest Game, by William Kennedy (read 9 Mar 1986) This is the second book in a trilogy and tells about a kidnapping of Charlie McCall, who is in the family which controls Albany. Martin Dougherty is a newspaper columnist and he and Billy Phelan are the main characters. The book is terrible. Dull, full of stupid worthless immoral people, vulgar and obscene language. Why did I read it? Well, the third novel won a Pulitzer Prize, so I will read it. But then I'll never read any thing by William Kennedy again. Ugh. ( )
  Schmerguls | Aug 15, 2008 |
Another excellent installment in Kennedy's Albany series. Albany politics and a kidnapping allow Kennedy to weave his magic with characters and dialogue. ( )
  Griff | Apr 23, 2008 |
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The second novel in William Kennedy's much-loved Albany cycle depicts Billy Phelan, a slightly tarnished poker player, pool hustler, and small-time bookie.  A resourceful man full of Irish pluck, Billy works the fringes of the Albany sporting life with his own particular style and private code of honor, until he finds himself in the dangerous position of potential go-between in the kidnapping of a political boss's son.

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